Escalas no cavaquinho

Afinação padrão (D G B D)

Afinação personalizada

Defina cada corda solta de forma independente. Os números seguem o braço, da corda aguda (1) à grave.

A afinação desloca todas as cordas juntas. Restaurar o padrão apaga as mudanças deste instrumento e devolve o deslocamento compartilhado ao padrão.

Corda 1
Corda 2
Corda 3
Corda 4

C pentatônica menor  ·  C E♭ F G B♭  ·  5 notas

d
E♭
F
G
B♭
C
E♭
F
G
B
C
E♭
F
G
B♭
C
E♭
G
G
B♭
C
E♭
F
G
B♭
C
D
E♭
F
G
B♭
C
E♭
F
G
0
1
2
3
4
5
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17

Mostrando as primeiras 12 casas — daí em diante o braço se repete. Arraste para o lado para ver todas.

TônicaNa escalaNota do acorde da formaToque em qualquer nota para torná-la a nova tônica.

Metrônomo

Mantenha uma pulsação constante enquanto pratica a escala.

Andamento
120 BPM

Metrônomo parado

Toque pelo menos duas vezes para definir o andamento.

Pressione espaço para iniciar ou parar.

O cavaquinho é um instrumento de quatro cordas muito presente no samba, no choro e no pagode. Nesta página, você pode visualizar escalas diretamente no braço do instrumento e escolher qualquer tonalidade para estudar suas notas e intervalos.

A afinação utilizada pela ferramenta é D G B D, ou Ré, Sol, Si, Ré, da corda mais grave para a mais aguda.

Essa é uma afinação comum no cavaquinho brasileiro, embora o instrumento também possa ser encontrado em outras afinações.

Como a afinação D G B D organiza o braço

As quatro cordas soltas formam:

D – G – B – D

A primeira e a quarta corda possuem a mesma nota, separadas por uma oitava.

Isso cria uma simetria útil para estudar o braço: qualquer nota encontrada em determinada casa de uma das cordas D também aparece na mesma casa da outra corda D, uma oitava acima ou abaixo.

Por exemplo, se a quinta casa da corda D grave contém G, a quinta casa da corda D aguda também contém G.

Essa relação ajuda a reconhecer rapidamente desenhos de escalas e a transferir pequenas frases entre as duas extremidades do instrumento.

Relação com o violão

Quem já toca violão encontra algumas referências familiares.

Na afinação padrão do violão, as cordas D, G e B também aparecem nessa mesma sequência. Isso significa que relações entre notas e pequenos desenhos que utilizam essas três cordas podem ser reconhecidos no cavaquinho.

Mas o instrumento não deve ser tratado simplesmente como um violão com duas cordas a menos.

A quarta corda do cavaquinho é outro D, e essa diferença muda a forma como escalas, acordes e frases se distribuem pelo braço.

Por isso, vale usar o conhecimento do violão apenas como ponto de referência e aprender o braço do cavaquinho de acordo com sua própria afinação.

Como estudar escalas no cavaquinho

Uma boa maneira de começar é escolher uma tonalidade e localizar primeiro todas as ocorrências da tônica.

Depois, observe os outros graus da escala ao redor dela.

Em vez de tentar memorizar o braço inteiro de uma vez, trabalhe pequenas regiões de três, quatro ou cinco casas e procure reconhecer:

A ferramenta permite visualizar o braço completo e depois restringir a região estudada.

Graus da escala

Além dos nomes das notas, você pode estudar usando os graus da escala.

Em uma escala maior:

1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7

Essa forma de leitura é especialmente útil quando você começa a transpor melodias e frases entre tonalidades.

Uma sequência como 1 – 2 – 3 – 5, por exemplo, mantém a mesma função musical em qualquer tom, mesmo que os nomes das notas mudem.

Por isso, aprender a enxergar os graus no braço pode ser mais útil do que decorar apenas posições fixas.

Escalas importantes no cavaquinho

Para começar, vale conhecer bem algumas escalas básicas:

No samba e no choro, escalas maiores e menores costumam aparecer combinadas com notas cromáticas de aproximação.

Por isso, além de estudar quais notas pertencem à escala, também é útil observar as notas imediatamente acima e abaixo dos principais graus.

Escala maior e acordes

Ao estudar uma escala maior, dê atenção especial aos graus 1, 3 e 5.

Eles formam a tríade maior construída sobre a tônica e ajudam a relacionar a escala aos acordes.

Se você estiver estudando Dó maior, por exemplo:

C – D – E – F – G – A – B

os graus 1, 3 e 5 são:

C – E – G

Reconhecer essas notas no braço facilita tanto o acompanhamento quanto a criação de pequenas frases melódicas entre acordes.

Escalas menores

Na escala menor natural, a terça, a sexta e a sétima aparecem rebaixadas em relação à escala maior.

A menor harmônica adiciona outra sonoridade importante ao elevar novamente o sétimo grau.

Essa diferença cria uma aproximação mais forte entre a sétima e a tônica e aparece com frequência em contextos harmônicos de tonalidades menores.

Vale comparar visualmente a escala menor natural e a menor harmônica no mesmo tom para perceber exatamente qual nota muda.

Não há posições CAGED no cavaquinho

O sistema CAGED foi desenvolvido a partir das cinco formas de acordes abertos do violão em afinação padrão.

O cavaquinho possui quatro cordas e outra organização de intervalos, por isso essas cinco formas não se transferem diretamente para o instrumento.

Nesta ferramenta, o estudo é feito diretamente pelas notas e intervalos do braço.

Escolha uma região de casas que seja confortável para a mão e use-a como uma posição temporária. Depois mova essa região pelo braço até conseguir conectar os diferentes desenhos da escala.

Use o braço inteiro como referência

O objetivo do diagrama não é apresentar uma única maneira correta de tocar uma escala.

Use-o como um mapa.

Comece em uma tônica, encontre diferentes caminhos para chegar à oitava e compare como a mesma escala aparece em outras regiões do braço.

Quanto mais essas regiões forem conectadas, menos você dependerá de desenhos isolados e mais fácil será localizar as notas durante uma música.

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