Escalas no baixo

Afinação padrão (E A D G)

Afinação personalizada

Defina cada corda solta de forma independente. Os números seguem o braço, da corda aguda (1) à grave.

A afinação desloca todas as cordas juntas. Restaurar o padrão apaga as mudanças deste instrumento e devolve o deslocamento compartilhado ao padrão.

Corda 1
Corda 2
Corda 3
Corda 4

C pentatônica menor  ·  C E♭ F G B♭  ·  5 notas

G
G
B♭
C
E♭
F
G
B♭
C
E♭
F
G
D
E♭
F
G
B♭
C
E♭
F
G
B♭
C
A
B♭
C
E♭
F
G
B♭
C
E♭
F
G
E
F
G
B♭
C
E♭
F
G
B♭
C
E♭
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
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11
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21
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24

Mostrando as primeiras 12 casas — daí em diante o braço se repete. Arraste para o lado para ver todas.

TônicaNa escalaNota do acorde da formaToque em qualquer nota para torná-la a nova tônica.

Metrônomo

Mantenha uma pulsação constante enquanto pratica a escala.

Andamento
120 BPM

Metrônomo parado

Toque pelo menos duas vezes para definir o andamento.

Pressione espaço para iniciar ou parar.

O baixo de quatro cordas em afinação padrão usa as notas E A D G, ou Mi, Lá, Ré e Sol, da corda mais grave para a mais aguda.

Nesta página você pode escolher uma escala e uma tonalidade para visualizar suas notas diretamente no braço do instrumento. O diagrama pode mostrar tanto os nomes das notas quanto os graus da escala, o que permite estudar desde a localização da tônica até os intervalos que formam cada desenho.

Como o braço do baixo é organizado

Na afinação padrão, todas as cordas vizinhas do baixo estão separadas por uma quarta justa:

Essa regularidade torna os desenhos de intervalos bastante previsíveis. Diferente do violão, não existe uma mudança de intervalo entre as cordas G e B, porque o baixo de quatro cordas termina em G.

Por isso, uma mesma relação geométrica entre notas pode ser repetida em diferentes regiões do braço.

Encontrando a mesma nota

Conhecer algumas relações simples ajuda bastante a navegar pelo instrumento.

A nota encontrada na quinta casa de uma corda é a mesma nota da próxima corda solta. Por exemplo:

Outra referência importante é a oitava. Em boa parte do braço, uma nota pode ser encontrada uma oitava acima duas cordas mais agudas e duas casas à frente.

Se você toca G na terceira casa da corda E, por exemplo, encontrará outro G na quinta casa da corda D.

Esses padrões ajudam a reconhecer as notas sem depender apenas da memorização de cada casa individualmente.

Escalas e posições no baixo

Uma escala não precisa ser estudada como um único desenho que ocupa o braço inteiro.

É mais útil dividir o braço em regiões que sua mão consiga alcançar confortavelmente e observar quais notas da escala aparecem ali.

Você pode usar o diagrama para estudar uma região pequena do braço e identificar:

Depois, basta mover essa região pelo braço e conectar as posições.

Esse tipo de estudo é especialmente útil porque uma mesma escala pode ser tocada de várias maneiras sem alterar suas notas.

Graus da escala

Além dos nomes das notas, vale estudar o baixo pelos graus da escala.

Em uma escala maior, por exemplo:

1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7

Em vez de decorar somente que determinada casa contém C, D ou E, você passa a reconhecer a função daquela nota em relação à tonalidade.

Isso facilita transpor uma linha para outra tonalidade. Um desenho formado pelos graus 1, 3 e 5, por exemplo, mantém a mesma função mesmo quando todas as notas mudam.

Para improvisação e criação de linhas de baixo, essa leitura por intervalos costuma ser mais útil do que memorizar apenas nomes de notas.

Escalas importantes para começar

Se você está começando a estudar escalas no baixo, algumas delas aparecem com frequência em diferentes estilos:

O importante não é decorar todos os desenhos de uma vez. Escolha uma escala, localize a tônica e observe como seus intervalos aparecem em diferentes regiões do braço.

O papel da tônica

Ao estudar qualquer escala, comece localizando todas as ocorrências da tônica.

Ela funciona como o principal ponto de referência para entender o restante do desenho.

Depois identifique os outros graus em relação a ela. Saber onde estão a terça, a quinta e a sétima, por exemplo, ajuda a relacionar a escala aos acordes que aparecem na harmonia.

Isso torna o diagrama mais útil do que simplesmente subir e descer pelas notas em sequência.

Quantidade de casas

Baixos de quatro cordas podem ter diferentes comprimentos de braço e diferentes números de casas. Instrumentos com 20, 21, 22 ou 24 casas são comuns.

Se o diagrama mostrar mais casas do que o seu instrumento possui, basta considerar apenas a região disponível no seu baixo. As relações entre notas e intervalos continuam as mesmas.

Use o diagrama como mapa

O objetivo desta ferramenta não é fornecer um único formato obrigatório de escala.

Use o braço completo para localizar as notas e, depois, reduza o estudo a pequenas regiões. Experimente começar pela tônica, tocar a escala em diferentes cordas e encontrar caminhos alternativos para chegar à mesma nota.

Com o tempo, as posições deixam de parecer desenhos separados e começam a formar um único mapa do braço.

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